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Aos 69 anos, Robert Plant lança o incrível “Carry Fire”; vem ouvir

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Lançado na última sexta-feira (13), “Carry Fire” é o 11º disco da carreira solo de Robert Plant que, vocês bem sabem, esteve por anos a frente da banda de rock Led Zeppelin.

Não vou tentar comparar o trabalho com tudo o que Plant já fez nos anos 80 e 90 porque não tenho gabarito para isso, mas há quem diga que “Carry Fire” é um dos trabalhos mais ricos do músico nos últimos anos.

Com faixas bem puxadas para o folk, álbum também é recheado de percussões e ritmos africanos e por vezes até efeitos eletrônicos.

Aos 69 anos, o veterano do rock apresenta no conteúdo desse disco uma trajetória. É como se ele cantasse sobre a passagem do tempo e os aprendizados que ela traz, sem deixar de lado todo o misticismo e espitirualidade que conhecemos em suas canções. Como “The May Queen”, por exemplo, que aparece lá atrás, em “Stairway To Heaven”, e se mescla com o novo no primeiro single do disco.

Gosto da observação do Vulture, que diz “Como um aposentado que, depois de um tempo sem objetivo, descobre novos passatempos e uma relação melhorada com a vida, Plant chegou lá. Ele sempre será lembrado como o cantor de Led Zeppelin, mas agora ele também é seu próprio homem. Embora sua voz não alcance os cumes doloridos de sua época como estrela de estrela de rock, em troca ele ganhou um registro mais baixo e mais escuro, um tom ideal para evocar a maravilha, e incorporar o peso, do passar o tempo”.

Apesar de não aparecer nos créditos, o álbum de 11 faixas conta com a Sensational Space Shifters como banda por traz do excelente trabalho que recebe o selo da Nonesuch/Warner Bros.

Play!

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